Portuñol selvagem: da "língua de contato" à poética da fronteira

Anselmo Peres Alós

Resumo


Há lugar para que se pense o (in)traduzível como um valor nas práticas culturais contemporâneas, entendendo a (in)tradutibilidade como alegoria da alteridade radical e irredutível? Como questão concreta a ser investigada e discutida, será tomado o caso do portuñol selvagem – a língua adotada pelo escritor Douglas Diegues, poeta brasiguaio, residente em Ponta Porã – créole literário que utiliza elementos do espanhol, do português e do guarani. Para tanto, serão abordados ao longo deste artigo trabalhos publicados em portuñol selvagem por Wilson Bueno e Douglas Diegues, bem como um exercício de tradução para o transportuñol borracho de um poema originalmente escrito em inglês, realizada por Joca Rainers Terrón.


Palavras-chave


portuñol selvagem, hibridismo, (in)traduzibilidad, culturas fronteiriças.

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DOI: http://dx.doi.org/10.22409/cadletrasuff.2012n45a473

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ISSN (online) 2447-4207
ISSN (impresso) 1413-053X


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