O DESERTO NA GOTA: TENSÃO E CRUZAMENTOS EM “ESTALACTITE”, DE CARLOS DE OLIVEIRA

Aline Duque Erthal

Resumo


Em O aprendiz de feiticeiro, Carlos de Oliveira diz ser o deserto uma “obsessão” da poesia portuguesa moderna. No mesmo texto, uma equação indica que esse “deserto” é passível de leitura mesmo quando tal vocábulo não se imprime no papel. Propõe-se, então, o conceito de função deserto, e observa-se, neste artigo, uma das imagens que melhor o condensam: a extremidade de uma estalactite.


Palavras-chave


Poesia; Carlos de Oliveira; deserto

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DOI: http://dx.doi.org/10.22409/cadletrasuff.2015n50a36

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ISSN (online) 2447-4207
ISSN (impresso) 1413-053X


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