Os (não) limites entre o público e o privado em tempos de convergência midiática: o estupro coletivo do Rio de Janeiro entendido como um acontecimento

Eliane Righi de Andrade, Talita Guimarães da Silva

Resumo


Este artigo discute o estupro coletivo ocorrido em maio de 2016, no Rio de Janeiro, como a instauração de um acontecimento, na concepção proposta por Foucault e Derrida para o termo. Adotando uma perspectiva discursiva e os estudos sobre a cultura da convergência desenvolvidos por Jenkins, refletimos sobre alguns efeitos de sentido e as consequências no campo político-social que emergiram da divulgação do acontecido pelas diferentes mídias.

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DOI: http://dx.doi.org/10.22409/cadletrasuff.2017n54a350


Palavras-chave


acontecimento; convergência das mídias; estupro coletivo.

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DOI: http://dx.doi.org/10.22409/cadletrasuff.2017n54a350

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ISSN (online) 2447-4207
ISSN (impresso) 1413-053X


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